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Itinerant Exhibitions
Visiting Serralves Park, we are naturally confronted with the mastery and beauty of its design, its historical signi?cance, the diversity of its colours, aromas, forms and textures, its fauna and ?ora. However, there is much more ...
THE PARK IN MACRO II
DE 2019-03-19 a 2019-08-31

Visiting Serralves Park, we are naturally confronted with the mastery and beauty of its design, its historical signi?cance, the diversity of its colours, aromas, forms and textures, its fauna and ?ora. However, there is much more to admire beyond what can be naturally observed with the naked eye; that is what the exhibition ‘The Park in Macro II’ and this associated publication will allow us to rediscover. Macrophotography, whose purpose is to capture the details of minute objects or living beings often invisible to the naked eye, is the technique used in these large format images. The Park’s fauna and ?ora stand out from a vast, barely explored universe to cause admiration and awe for this other hidden world of mystery and fascination that also exists all around us. With these photographs, Serralves Park, a classi?ed National Monument since 2012, and recognized by Phaidon’s The Gardener’s Garden as one of the 250 most remarkable gardens in the world, gives visitors an additional reason for a prolonged enjoyment of its singular spaces.
REDISCOVER THE SERRALVES PARK WITH US!
Photography: Filipe Braga Text: João Almeida, Rubim de Almeida, Ricardo Castilho, José Manuel Grosso-Silva, Joana Marques, Ana Oliveira, Raquel Ribeiro, Pedro Sousa, So?a Viegas
- LocationAbrantes
- Days19-03-2019 - 31-08-2019
Angela Bulloch is part of a generation of British Artists that emerged in the late 1980s. Bulloch’s work addresses systems that structure social behaviour and play with the ways in which we construct and interpret information. H...
ANGELA BULLOCH – HEAVY METAL STACK OF SIX: FROM SERRALVES COLLECTION
DE 2019-04-17 a 2019-11-17
Angela Bulloch is part of a generation of British Artists that emerged in the late 1980s. Bulloch’s work addresses systems that structure social behaviour and play with the ways in which we construct and interpret information. Her multi-disciplinary installations merge conceptual rigour with sensuousness and humour. 'Heavy Metal Stack of Six' is one of a group of recent sculptures in which the artist uses digitally modelled geometric forms to create totem-like columns, which, while emanating an aura of perfection in the crisp fusion of their powder coated stacked rhombi, generate a set of constant perceptual variations depending on our physical perspective.
- LocationPalácio da Bolsa
- Days17-04-2019 - 17-11-2019
Helena Almeida produziu desde a década de 1960 uma obra singular caracterizada por um marcado interesse pelo corpo, o seu lugar central — que regista, ocupa e define o espaço — e o seu encontro performativo com o mundo. As p...
HELENA ALMEIDA - HABITAR A OBRA: NA COLEÇÃO DE SERRALVES
DE 2019-05-08 a 2019-10-20

Helena Almeida produziu desde a década de 1960 uma obra singular caracterizada por um marcado interesse pelo corpo, o seu lugar central — que regista, ocupa e define o espaço — e o seu encontro performativo com o mundo. As primeiras telas abstratas da artista abordavam de forma crítica os limites do espaço pictórico e as condições literais da pintura. Esse interesse estendeu-se nos anos 1970 à fotografia, onde o inconfundível espaço do ateliê da artista e o corpo feminino, fragmentado ou parcialmente obscurecido, se tornaram presenças recorrentes. É o caso da obra Sem título, de 1994-95, que integra esta exposição: uma sequência fotográfica de vinte elementos onde a artista se fez fotografar a distâncias várias e onde a escala e o número de elementos que a constituem, associados à dimensão espacial que sobressai do percurso/performance da artista pelo espaço fotografado, revelam uma abordagem inovadora à relação do corpo com o espaço. Apesar de trabalhar em meios vários, a artista delineia meticulosamente esta coreografia e a composição de muitas das suas obras em estudos e desenhos preparatórios que evidenciam a sua utilização da cor e o poder psicológico do corpo humano. Nas palavras de Helena Almeida: "a minha obra é o meu corpo, o meu corpo é a minha obra”.
- Days08-05-2019 - 20-10-2019
Portobello resultou de várias viagens de Patrícia Almeida (Lisboa, 1970–2017) ao Algarve em 2006 e 2007, entre maio e setembro, com o objetivo de registar as vivências dos turistas que durante o período estival afluem em mas...
PATRÍCIA ALMEIDA - PORTOBELLO
DE 2019-05-14 a 2019-12-21
Portobello resultou de várias viagens de Patrícia Almeida (Lisboa, 1970–2017) ao Algarve em 2006 e 2007, entre maio e setembro, com o objetivo de registar as vivências dos turistas que durante o período estival afluem em massa àquela região. Este terá sido o projeto que garantiu a Patrícia Almeida uma maior visibilidade: depois da sua apresentação na Galeria Zé dos Bois (ZDB, Lisboa) em 2008 e, no ano seguinte, na segunda edição do Allgarve, a fotógrafa foi nomeada com esta série fotográfica para o legitimante Prémio BesPhoto 2009.
- LocationTeatro das Figuras, Faro
- Days14-05-2019 - 21-12-2019
Alberto Carneiro, Alicia Framis, Ana Jotta, Blinky Palermo, Dimitrije Basicevic Mangelos, Gabriel Orozco, Gabriela Albergaria, Giovanni Anselmo, Helena Almeida, James Lee Byars, João Queiroz, Joaquim Bravo, Joel Fisher, José Ped...
TABLE OF DREAMS: TWO CONTEMPORARY ART COLLECTIONS
DE 2019-05-18 a 2019-09-15

Alberto Carneiro, Alicia Framis, Ana Jotta, Blinky Palermo, Dimitrije Basicevic Mangelos, Gabriel Orozco, Gabriela Albergaria, Giovanni Anselmo, Helena Almeida, James Lee Byars, João Queiroz, Joaquim Bravo, Joel Fisher, José Pedro Croft, Julião Sarmento, Leonor Antunes, Luísa Correia Pereira, Marcelo Cidade, Pedro Cabrita Reis, Pedro Portugal, Silvia Bächli
‘Table of Dreams: Two Contemporary Art Collections’ features approximately 30 works from the Serralves Collection and from the Collection of the Luso-American Development Foundation (FLAD),long-term loan to Fundação de Serralves - Museu de Arte Contemporânea. The title of the exhibition is taken from a poem by Alexandre O’Neill, an acclaimed poet and visual artist. ‘Table of Dreams’ is based on the table as both a metaphor and a source of living experience — a place of encounters, confrontations, communion, relaxation, and a social space, whether in the intimacy of the home or in an open and shared public space. The exhibition does not focus on a single form of artistic expression, but instead attempts to establish a confrontation between different modes of production and thinking. Through a dialogue between the two collections, the viewer is invited to engage in a plurality of universes and aesthetic, political and poetic questions. Although the two collections have very different profiles and dimensions, they also have common elements and complement each other. The FLAD’s Collection includes a considerable number of drawings by Portuguese artists, while the Serralves Collection — particularly rich in the period from the 1960 until 2000s — provides an international context for these works. ‘Table of Dreams: Two Contemporary Art Collections’ is part of a programme of exhibitions and sited presentations of works from the Serralves Collection that furthers the museum’s aim of making the collection visible and accessible to a broader public around the country.
Production: Fundação de Serralves — Museu de Arte Contemporânea, Porto Curator: João Silvério
- LocationMunicipal Gallery, Matosinhos
- Days18-05-2019 - 15-09-2019
IMAGENS DO DOMÉSTICO E DO URBANO NA COLEÇÃO DE SERRALVESO título desta exposição corresponde à expressão com que asseguramos a alguém que a nossa hospitalidade é sincera; também institui a casa enquanto centro de uma re...
DA COLEÇÃO EM PONTE DE LIMA: A MINHA CASA É A TUA CASA
DE 2019-06-26 a 2019-09-29

IMAGENS DO DOMÉSTICO E DO URBANO NA COLEÇÃO DE SERRALVES
O título desta exposição corresponde à expressão com que asseguramos a alguém que a nossa hospitalidade é sincera; também institui a casa enquanto centro de uma relação entre duas ou mais pessoas - dialética que pode sintetizar a dinâmica entre artista e espectadores: as casas imaginadas por artistas serão temporariamente a nossa casa.
É, de facto, muito considerável a quantidade de artistas para quem a casa é tema e pretexto. Os artistas e as obras presentes nesta exposição colocam o doméstico e o quotidiano no centro das suas preocupações, propondo diferentes interpretações daquilo que se entende por casa. Independentemente do ângulo adotado, a casa parece sempre encetar um jogo subtil entre o privado e o público. Talvez por isso alguns dos artistas presentes em "A Minha Casa é a Tua Casa” sublinhem a relação da casa com a rua e com a cidade, dedicando-se a pensar questões eminentemente urbanísticas.
Aos ideais utópicos e de libertação do homem que estiveram na base da arquitetura e do urbanismo modernistas, estes artistas contrapõem modelos vernaculares de ampliação de casas (as marquises) ou um território desordenado em que se mesclam organismos urbanos e rurais, outrora coerentes e estanques.
Na exposição serão apresentadas obras de: Filipa César, Pedro Cabrita Reis, Ângela Ferreira, Fernanda Fragateiro, Gordon Matta-Clark, Bruce Nauman, Martha Rosler, Miguel Ângelo Rocha, Tony Cragg, Gil Heitor Cortesão, Juan Munoz
Produção: Museu de Arte Contemporânea — Fundação de Serralves, Porto
- LocationPalacete Villa Morais e Torre da Cadeia Velha, Ponte de Lima
- Days26-06-2019 - 29-09-2019
Silvestre Pestana (1949, Funchal, Madeira) é uma das figuras mais radicais da arte contemporânea portuguesa. Poeta, artista plástico e performer, criou desde os finais dos anos 1960 uma obra singular através de uma...
SILVESTRE PESTANA: UM ARTISTA DE CONTRACICLOS - DA COLEÇÃO DE SERRALVES EM ESPINHO
DE 2019-07-14 a 2019-09-07
Silvestre Pestana (1949, Funchal, Madeira) é uma das figuras mais radicais da arte contemporânea portuguesa. Poeta, artista plástico e performer, criou desde os finais dos anos 1960 uma obra singular através de uma grande diversidade de disciplinas. A primeira grande exposição da sua obra foi realizada em 2016 no Museu de Arte Contemporânea de Serralves. A partir de obras recentemente integradas na Coleção de Serralves, bem como obras pertencentes ao artista, a presente exposição sublinha o seu uso pioneiro do desenho, da colagem, da fotografia, da escultura, da instalação, do vídeo e da performance para um confronto entre sociedade, arte e tecnologia.
- Days14-07-2019 - 07-09-2019
Marking the 30th anniversary of the Serralves Foundation, the exhibition, Voyage to the Beginning and Back, presents works of significance or that occupy an important place in the genesis and history of the Serralves Collection an...
Voyage to the Beginning and Back - From the collection in Terminal de Leixões
DE 2019-07-18 a 2019-10-06

Marking the 30th anniversary of the Serralves Foundation, the exhibition, Voyage to the Beginning and Back, presents works of significance or that occupy an important place in the genesis and history of the Serralves Collection and Museum: either because they were included within the original set of works of the Collection and Museum, or because they were produced specifically for Serralves, or because they had their first a public presentation in Serralves, or, finally, because they formed part of major exhibitions that constituted fundamental moments in either the artist’s career or the history of Serralves. Besides occupying Serralves Museum and Villa, the exhibition extends to two places that symbolically exemplify Serralves’ relationship with the city of Porto, and with foreign visitors who visit the Museum: the Paços do Concelho (City Hall) of Porto City Council and the Leixoes Cruise Terminal, where it is possible to see works of art by Tatjana Doll (Steinfurt, Germany, 1970), Katharina Grosse (Freiburg, Germany, 1961) and Adrian Schiess (Zurich, 1959). Serralves's programming has always been closely related to the North of Portugal, either by presenting exhibitions of works by artists and from cultural contexts linked to what is considered to be one of Portugal’s most active artistic centres, or through exhibitions held in some of Porto’s most emblematic spaces and those of nearby cities. This exhibition offers an overview of this history, while projecting itself in a present and future, in which Serralves is increasingly sought by visitors interested in learning more about the North of Portugal and Porto and contemporary cultural events in the city, including those held in Serralves. In the intersection between the past and future, between nature and construction, Voyage to the Beginning and Back, a bit like the famous Möbius strip, is a journey without a beginning or end. All aboard! Voyage to the Beginning and Back is curated by Marta Almeida, assistant director of the Museum, Isabel Braga and Ricardo Nicolau, curators.
- Days18-07-2019 - 06-10-2019
Viagem ao Princípio: Ida e Volta assinala o 30.º aniversário da Fundação de Serralves através da apresentação de obras que têm um lugar destacado na génese e na história da coleção e do Museu. A exposição, além de...
Viagem ao Princípio: Ida e Volta - 30 anos da Coleção de Serralves nos Paços do Concelho da Câmara Municipal do Porto
DE 2019-07-18 a 2019-09-27

Viagem ao Princípio: Ida e Volta assinala o 30.º aniversário da Fundação de Serralves através da apresentação de obras que têm um lugar destacado na génese e na história da coleção e do Museu. A exposição, além de ocupar os espaços do Museu, Casa e Parque de Serralves, estende-se para fora das portas da Fundação, numa tradução da sua estreita relação com a cidade do Porto – que, ao longo das últimas três décadas, se consubstanciou quer em importantes exposições de artistas e contextos culturais afirmados naquele que é considerado um dos centros de criação artística mais ativos em Portugal, quer através de mostras realizadas para alguns espaços emblemáticos da cidade. Nos Paços do Concelho apresentam-se obras do artista português Rui Chafes (Lisboa, 1966) e do norte-americano Matt Mullican (Santa Mónica, 1951), dois nomes que ocupam um lugar fundamental na história de Serralves. Rui Chafes, além de ter apresentado o seu trabalho em várias exposições no Museu de Serralves – e de ser um dos artistas mais amplamente representados na Coleção da Fundação –, tem uma relação particular com a cidade do Porto, onde expõe regularmente e onde inclusive se pode ver uma sua escultura pública (na Rua das Flores). Com um trabalho que se divide entre a prática do desenho e da escultura, o artista é um dos principais responsáveis pela renovação da escultura portuguesa nas últimas décadas. Conhecido pelos seus trabalhos em ferro em que associa características aparentemente inconciliáveis – nomeadamente atualidade e antiguidade, peso e leveza –, num constante desafio a todas as leis temporais e físicas (desde logo a gravidade), Rui Chafes tem-se destacado pela forma como interroga o papel da arte, e a sua relação com o espectador. Segundo o artista, "Se a arte não nos desperta, então não há nenhuma razão para a fazer. E quem a contemplar perderá o seu tempo.” Confrontando-nos com as características essenciais da prática artística, alheias a tendências e a temporalidades, e atento a questões primordiais que atravessam séculos – como a morte e a transcendência –, o trabalho de Chafes é simultaneamente contemporâneo e antigo: na intersecção entre passado e futuro, contribui decisivamente para fazer desta Viagem ao Princípio: Ida e Volta, exatamente como a famosa fita de Möbius, uma viagem sem princípio nem fim.
- Days18-07-2019 - 27-09-2019
António Dacosta, António Palolo, António Sena, Eduardo Batarda, João Vieira , Joaquim Rodrigo, Jorge Martins, José de Carvalho, José de Guimarães, José Loureiro, José Pedro Croft, Júlio Pomar, Man...
Corpo, Abstração e Linguagem na Arte Portuguesa: Obras da Secretaria de Estado da Cultura em depósito na Coleção de Serralves em Caminha
DE 2019-07-20 a 2019-10-20

António Dacosta, António Palolo, António Sena, Eduardo Batarda, João Vieira , Joaquim Rodrigo, Jorge Martins, José de Carvalho, José de Guimarães, José Loureiro, José Pedro Croft, Júlio Pomar, Manuel Baptista, Manuel Rosa, Nikias Skapinakis, Pedro Cabrita Reis, Pedro Proença, René Bertholo e Rui Sanches.
A exposição apresenta um conjunto de obras provenientes da Secretaria de Estado da Cultura (SEC) em depósito no Museu de Arte Contemporânea de Serralves desde a criação da Fundação de Serralves e demonstra a importância que a pintura e a escultura tiveram ao longo das décadas de 1960-80 na renovação das linguagens artísticas em Portugal. As obras escolhidas atestam os diversos níveis de diálogo e confluência formais que os artistas portugueses souberam estabelecer entre si e com o contexto internacional a partir do pós-guerra. O acervo proveniente da SEC foi um dos primeiros a integrar a Coleção de Serralves cimentando uma presença dos artistas portugueses e orientando futuros reforços de obras dos mesmos artistas, com bases para a consolidação do âmbito cronológico na contemporaneidade e nos diversos eixos temáticos a ela associados. Esta iniciativa integra-se num programa de exposições e apresentação de obras da Coleção de Serralves especificamente selecionadas para os locais de exposição com o objetivo de tornar o acervo acessível a públicos diversificados de todas as regiões do país.
Produção: Fundação de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto.
Imagem: João Vieira, Sem título (La Chair est Triste) (detalhe),1966. Col. Secretaria de Estado da Cultura, em depósito na Fundação de Serralves – Museu de Arte Contemporânea, Porto. Fotografia: Angel Ordiales, © Fundação de Serralves, Porto.
Museu Municipal de Caminha Terça a Domingo – 10h - 13h / 14h – 18h Segundas Feiras e Feriados – Encerrado
- LocationMuseu Municipal de Caminha
- Days20-07-2019 - 20-10-2019
Ângelo de Sousa (Lourenço Marques, Moçambique, 1938-2011, Porto), além de ser uma das figuras mais influentes da arte portuguesa da segunda metade do século XX, é um dos artistas melhor representados na Coleção de Serralve...
ÂNGELO DE SOUSA: QUASE TUDO O QUE SOU CAPAZ - DA COLEÇÃO DE SERRALVES EM CASTELO BRANCO
DE 2019-08-27 a 2019-11-24

Ângelo de Sousa (Lourenço Marques, Moçambique, 1938-2011, Porto), além de ser uma das figuras mais influentes da arte portuguesa da segunda metade do século XX, é um dos artistas melhor representados na Coleção de Serralves, com trabalhos realizados entre os anos 1961 e 2002, e que abarcam todos os meios artísticos a que ele se dedicou ao longo da sua prolífica carreira: desenho, pintura, escultura, instalação, filme e fotografia. "Ângelo de Sousa: Quase tudo o que sou capaz” junta uma parcela muito considerável destas obras — desenhos, pinturas e esculturas — com o objetivo de sublinhar a importância da contaminação entre aquelas disciplinas para a evolução da sua prática artística: ao reunir obras de vários períodos da sua carreira, esta exposição combate a imagem dominante do pintor Ângelo, mostrando que o desenho e a escultura são não apenas facetas fundamentais da sua obra como aquelas em que porventura é mais evidente o espírito experimentalista da sua obra. Caracterizados por uma aparente simplicidade — o artista tenta obter, nas suas palavras, "o máximo de efeitos com o mínimo de recursos, o máximo de eficácia com o mínimo de esforço, e o máximo de presença com o mínimo de gritos” —, os desenhos, pinturas e esculturas de Ângelo de Sousa não ilustram conceitos, nunca partem de ideias, mas da ânsia de fazer e pensar com as mãos. A exposição sublinha esta vontade de trabalhar com elementos simples, ao apresentar as primeiras obras de Ângelo de Sousa, ainda figurativas mas apontando já para a depuração que viria a caracterizar o artista, lado a lado com os exercícios abstrato-geométricos — nomeadamente desenhos, telas e esculturas — que o impuseram como um dos maiores estudiosos da cor e da luz.
"Ângelo de Sousa: Quase tudo o que sou capaz” integra-se num programa de exposições e apresentação de obras da coleção de Serralves especificamente selecionadas para os locais de exposição com o objetivo de tornar o acervo acessível a públicos diversificados de todas as regiões do país.
Produção: Fundação de Serralves — Museu de Arte Contemporânea, Porto
- Days27-08-2019 - 24-11-2019
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