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Festa do Outono - spot tv

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(+351) 226 156 500
FESTA DO OUTONO 2017
de 23 SET 2017 a 24 SET 2017
ENTRADA GRATUITA 

MÚSICA · TEATRO · DANÇA
 · OFICINAS · PERCURSOS · JOGOS · ARTES E OFÍCIOS 

No ambiente único do Parque de Serralves, a Festa do Outono marca a chegada da nova estação e celebra a época das colheitas, o reavivar de antigas tradições e costumes, demonstra saberes e práticas ancestrais ligadas à tradição rural, revividos no contexto contemporâneo de Arte e Paisagem que é Serralves.

À semelhança do que aconteceu em 2016, também em 2017 a Festa tem dois dias e renova o convite às Famílias para juntas participarem em atividades criativas e educativas: percursos de descoberta da fauna e da flora do Parque, processos de transformação de algumas fibras têxteis e da arte da cestaria, espetáculos de música, de dança, teatro e atividades de descoberta de alguns exemplares de animais de raças autóctones. Este vai ser um fim de semana em família, com momentos bem passados, com experiências inovadoras e muito divertimento à mistura!

ACESSO
O acesso é gratuito e realiza-se pelos portões da Avenida Marechal Gomes da Costa e da Rua Bartolomeu Velho 141.

PROGRAMA
Esta edição da Festa do Outono integra o programa das Jornadas Europeias do Património 2017, este ano subordinadas ao tema Património e Natureza.
Consulte aqui o programa completo (pdf). 
Por motivos imprevistos, o programa poderá estar sujeito a alterações.





  • LocalParque de Serralves
  • Horário10h00 - 19h00
  • Dias 23 SET 2017 - 24 SET 2017
Atividades para todas as idades, sem marcação prévia, sujeitas à lotação em cada momento, dentro do horário de funcionamento.
Locais: Prado e Celeiro
Horário: 10h00-19h00

SÁBADO

AS VOLTAS DA PALHA
Orientação: Catavento, Projetos Educativos
Fardos de palha fazem a alegria das crianças, que neles podem trepar, pular, subir e descer. E não há família que não goste de tirar uma fotografia tendo este cenário como pano de fundo. Mas a palha também serve para outras brincadeiras. Com o auxílio de alguns materiais e muita criatividade, vamos criar objetos que tudo têm a ver com esta Festa: vais querer um espantalho ou uma coroa?

BORDAR SEM PARAR!
Orientação: Andreia Coutinho, Magda Silva, Melissa Rodrigues, Rita Faustino
Mãos às linhas, ponto a ponto, fio a fio! A instalação vai-se desenhando de memórias, cores e histórias. O que será… uma manta, um tapete? Cruza aqui, estica acolá. Um ponto e um nó, o que daqui sairá?

LIVROS COM CHEIRO A OUTONO
Orientação: Cristina Camargo, Ivone Almeida, Mariana Assunção, Sofia Santos 
Nesta Festa do Outono vamos celebrar a Natureza! Vem descobrir como com tintas, carimbos e pincéis, criados pela Natureza, se podem fazer desenhos e pinturas. A coleção de pinturas que fizeres servirá para construir as páginas de um livro com cheiro a outono!

MANIFESTO VERDE
Orientação: Paulo Jesus, Raquel Correia, Raquel Sambade, Sónia Borges
Vamos dar voz às preocupações ambientais de todos os visitantes da Festa do Outono. Que dizer, denunciar ou sugerir? As crianças têm sempre mensagens surpreendentes! Vamos fazer cartazes e bandeiras e começar a manifestação!

NO MUNDO DOS PEQUENOS SERES
Orientação: Mundo Científico - Educação e Divulgação Científica
Local: Celeiro
Apoio: Noite Europeia dos Investigadores – Ciência à Moda do Norte
No mundo dos pequenos seres, os líquenes e musgos são quase mágicos. Ora são algas, ora são fungos, ora são plantas, mas sem raízes ou folhas. Estas pequenas sentinelas são verdadeiros cientistas do ambiente, anunciando a saúde da nossa atmosfera. 
O que guardam de tão especial para reagir à poluição? Com microscópios e lupas, nada como observar!

NO TRILHO DE NATURALISTAS
Orientação: Mundo Científico - Educação e Divulgação Científica
Apoio: Noite Europeia dos Investigadores – Ciência à Moda do Norte
Um Naturalista e? um estudioso, um curioso, um apaixonado pelo mundo natural. A ciência está repleta de grandes naturalistas, cujas explorações nos chegam através de histórias bem guardadas em vitrinas, caixotes, cadernos e envelopes. 
Vamos guardar numa caixinha todo este mundo imaginário das histórias botânicas e dos animais escondidos. Uma rocha, uma folha, uma amostra de água...O que guardarei na caixinha?

OUTONO PINTADO
Orientação: Catavento, Projetos Educativos
Cavaletes pela Quinta, tintas de várias cores e outras para tu fazeres, são o mote para pinturas garridas, pinturas sorridentes, pinturas vivas e pinturas divertidas. Para isso é só pegares no papel, no pincel, dar largas à imaginação e colorir esta Festa do Outono com um bocadinho de ti!
Sendo o outono a época da queda da folha e da flor, peças em gesso com formas de folhas e flores estarão à disposição dos participantes para serem decoradas a partir da pintura.

QUANTO CO2 GUARDAM AS ÁRVORES DO MEU JARDIM?
Orientação: Mundo Científico - Educação e Divulgação Científica
Apoio: Noite Europeia dos Investigadores – Ciência à Moda do Norte
Cada árvore de um jardim, de um parque, ou de um pátio de uma Escola, é um guardador de dióxido de carbono (CO2), impedindo-o de se libertar para a atmosfera. São, por isso, consideradas as guardiãs do clima no nosso planeta. Sabes quanto CO2 guardam as árvores do teu jardim? Vamos calcular!

UM PEIXE NA HORTA - DEMONSTRAÇÃO E SENSIBILIZAÇÃO PARA NBS (NATURE BASE SOLUTIONS)
Parceria: Câmara Municipal do Porto

OFICINA DE AGRICULTURA URBANA
Parceria: Câmara Municipal do Porto
Horário: 12h00-13h00; 15h00-16h00
O cultivo dos próprios alimentos permite a utilização de vegetais mais frescos e nutritivos na nossa alimentação. No entanto, sobretudo nas cidades, nem sempre temos disponível um local para a prática da agricultura. 
Neste espaço demonstramos que é possível fazê-lo em nossas casas ou locais de trabalho com recurso a múltiplas soluções inspiradas na Natureza (NBS – Nature Based Solutions).

WORKSHOP "RECEITAS DE OUTONO”
Parceria: Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão
Horário: 11h00; 12h00
Com recurso a alimentos da época e, sob a orientação da nutricionista Ana Isabel Monteiro, as famílias vão poder realizar duas receitas simples, mas deliciosas! Vamos todos a aprendê-las e prolongar no nosso paladar as boas memórias desta Festa do Outono!


DOMINGO

AS VOLTAS DA PALHA
Orientação: Catavento, Projetos Educativos
Fardos de palha fazem a alegria das crianças, que neles podem trepar, pular, subir e descer. E não há família que não goste de tirar uma fotografia tendo este cenário como pano de fundo. Mas a palha também serve para outras brincadeiras. Com o auxílio de alguns materiais e muita criatividade, vamos criar objetos que tudo têm a ver com esta Festa: vais querer um espantalho ou uma coroa?

BORDAR SEM PARAR!
Orientação: Andreia Coutinho, Magda Silva, Melissa Rodrigues, Rita Faustino
Mãos às linhas, ponto a ponto, fio a fio! A instalação vai-se desenhando de memórias, cores e histórias. O que será… uma manta, um tapete? Cruza aqui, estica acolá. Um ponto e um nó, o que daqui sairá?

COMIDA DO FUTURO
Orientação: Mundo Científico - Educação e Divulgação Científica
Local: Celeiro
Apoio: Noite Europeia dos Investigadores – Ciência à Moda do Norte
Já pensaste em tudo o que é necessário para produzir cada peça de roupa ou cada alimento que tens em casa? Se o Ambiente tivesse uma moeda e conseguíssemos traduzir todos os pequenos passos em valor, ficarias espantado com a pegada ecológica dos nossos hábitos diários.
Grilos, microalgas, tremoço e alfarroba - conseguirás imaginá-los em petiscos saborosos?

ESTAÇÕES DO ANO
Orientação: Mundo Científico - Educação e Divulgação Científica
Apoio: Noite Europeia dos Investigadores – Ciência à Moda do Norte
As estações do ano são um apelo ao despertar dos sentidos. Como percecionamos o passar do tempo? As noites frescas, os dias mais pequenos, as mudanças de cor na paisagem, o adormecer lento do turbilhão de vida no Parque…
Conseguiremos desvendar por que ocorrem as estações do ano, os equinócios e os solstícios? Ou por que começam as folhas a revelar cores escondidas quando chegam os dias mais pequenos?

FRUTOS DE OUTONO
Orientação: Mundo Científico - Educação e Divulgação Científica
Apoio: Noite Europeia dos Investigadores – Ciência à Moda do Norte
No outono as árvores preenchem-se com uma variedade de frutos que polvilham os sabores do nosso imaginário, através das compotas, geleias e licores caseiros. A representação quase científica dos quadros de naturezas mortas revela, com grande precisão, a biodiversidade de uma época nas suas fantásticas tonalidades amarelas, vermelhas e laranja. Vamos desmontar essas composições, analisando os tipos de frutos e os seus ciclos de vida. 

LIVROS COM CHEIRO A OUTONO
Orientação: Cristina Camargo, Ivone Almeida, Mariana Assunção, Sofia Santos 
Nesta Festa do Outono vamos celebrar a Natureza! Vem descobrir como com tintas, carimbos e pincéis, criados pela Natureza, se podem fazer desenhos e pinturas. A coleção de pinturas que fizeres servirá para construir as páginas de um livro com cheiro a outono!

MANIFESTO VERDE
Orientação: Paulo Jesus, Raquel Correia, Raquel Sambade, Sónia Borges
Vamos dar voz às preocupações ambientais de todos os visitantes da Festa do Outono. Que dizer, denunciar ou sugerir? As crianças têm sempre mensagens surpreendentes! Vamos fazer cartazes e bandeiras e começar a manifestação!

MÓBILES AO VENTO
Orientação: Anabela Pereira, Dina Marques, Filipa Godinho, Joana Mendonça
O que mexe com o vento? Esculturas inconstantes que dançarão ao ritmo do vento serão as esculturas mais entusiasmantes da Festa! Com elementos naturais, próprios do outono, vamos primeiro explorar noções de movimento e equilíbrio e depois construímos objetos simbólicos que não sabem estar quietos!

OUTONO PINTADO
Orientação: Catavento, Projetos Educativos
Cavaletes pela Quinta, tintas de várias cores e outras para tu fazeres, são o mote para pinturas garridas, pinturas sorridentes, pinturas vivas e pinturas divertidas. Para isso é só pegares no papel, no pincel, dar largas à imaginação e colorir esta Festa do Outono com um bocadinho de ti!

UM PEIXE NA HORTA - DEMONSTRAÇÃO E SENSIBILIZAÇÃO PARA NBS (NATURE BASE SOLUTIONS)
Parceria: Câmara Municipal do Porto

OFICINA DE AGRICULTURA URBANA
Parceria: Câmara Municipal do Porto
Horário: 12h30-13h30; 16h00-17h00
O cultivo dos próprios alimentos permite a utilização de vegetais mais frescos e nutritivos na nossa alimentação. No entanto, sobretudo nas cidades, nem sempre temos disponível um local para a prática da agricultura. 
Neste espaço demonstramos que é possível fazê-lo em nossas casas ou locais de trabalho com recurso a múltiplas soluções inspiradas na Natureza (NBS – Nature Based Solutions).

WORKSHOP "RECEITAS DE OUTONO”
Parceria: Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão
Horário: 11h00; 12h00
Com recurso a alimentos da época e, sob a orientação da nutricionista Ana Isabel Monteiro, as famílias vão poder realizar duas receitas simples, mas deliciosas! Vamos todos a aprendê-las e prolongar no nosso paladar as boas memórias desta Festa do Outono!

Orientados por Investigadores do CIBIO-InBIO daqui partirão diversos percursos exploratórios da fauna e flora do Parque de Serralves.
Local: Prado
Duração: 45 minutos
Lotação: máximo de 25 participantes
Conceção: equipa Serralves 360º, com a colaboração de investigadores do CIBIO-InBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos, Laboratório Associado). 
Serralves 360º é um projeto de parceria entre a Fundação de Serralves-CIBIO-InBIO-Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), para divulgação de ciência em Serralves.


SÁBADO


OS RÉPTEIS DE SERRALVES
Orientação: Raquel Ribeiro
Horário: 11h00
Os répteis são dos animais mais incompreendidos, em grande parte devido ao desconhecimento da sua biologia e ecologia. A maioria das espécies que ocorre em Portugal é totalmente inofensiva e todas optam primordialmente pela fuga quando se sentem ameaçadas. O seu comportamento esquivo e discreto permite-lhes passar despercebidos, tornando a sua observação um desafio. Quem se junta na busca pelos répteis do Parque de Serralves?

À DESCOBERTA DOS LÍQUENES DE SERRALVES
Orientação: Joana Marques
Horário: 15h00
Os líquenes são seres que resultam da simbiose entre um fungo e uma alga ou cianobactéria. Podem assumir diferentes formas, cores e tamanhos, e colonizam os mais diversos habitats, como troncos de árvores ou rochas. As cerca de 19 000 espécies atualmente conhecidas em todo o mundo atestam o sucesso desta união. Apesar da sensibilidade de algumas espécies à poluição, no Parque de Serralves é possível encontrar um alargado leque de espécies. Venha conhecê-las! 

DEMONSTRAÇÃO DE TÉCNICAS UTILIZADAS NO ESTUDO DOS MICROMAMÍFEROS
Orientação: Joana Paupério
Horário:16h00
Apesar de serem muitas vezes considerados como pestes e vetores de doenças, os micromamíferos são, na realidade, uma peça chave para o equilíbrio dos ecossistemas. Além de representarem a base de dieta de muitas espécies, como mamíferos carnívoros, aves de rapina e répteis, são também dispersores de sementes e predadores de grande quantidade e diversidade de invertebrados. 
No Parque de Serralves podem observar-se pelo menos três espécies: o rato-das-hortas, o rato-caseiro e o musaranho-de-dentes-brancos. Aprenderemos aqui quais as técnicas utilizadas no estudo deste grupo de animais.

À DESCOBERTA DAS ÁRVORES E ARBUSTOS DE SERRALVES
Orientação: Sofia Viegas
Horário: 17h00
O Parque de Serralves é reconhecido pela diversidade do seu património arbóreo e arbustivo, composto por mais de 8 000 exemplares, muitos deles centenários. Cedros-do-Atlas, sobreiros, araucárias, e sequoias são apenas alguns exemplos das 230 espécies presentes, originárias de todas as partes do globo. Venha dar a volta ao mundo sem sair do Parque!


DOMINGO


AS BRIÓFITAS DE SERRALVES
Orientação: Cristiana Vieira; Helena Hespanhol, Juliana Monteiro
Horário: 11h00
Devido às suas pequenas dimensões, as briófitas passam muitas vezes despercebidas, camufladas ou escondidas em qualquer ambiente, natural ou urbano.
Desempenham papéis essenciais em muitos ecossistemas, tais como a reciclagem de nutrientes e a fixação de carbono, e são as primeiras colonizadoras de muitos espaços impróprios para a fixação de outros tipos de plantas, contribuindo para a formação de solo.
Vamos pelo Parque explorar os diversos recantos e nichos por elas colonizados e descobrir estes pequenos seres!

OS INSETOS DO OUTONO EM SERRALVES
Orientação: José Manuel Grosso-Silva
Horário:15h00
Os insetos, artrópodes com 3 pares de patas e o corpo dividido em 3 segmentos, representam cerca de 90% de todas as espécies animais conhecidas.
Os insetos podem ser herbívoros, predadores, polinizadores e decompositores, são elementos fundamentais para o equilíbrio dos ecossistemas. Borboletas, escaravelhos, joaninhas, gafanhotos, quais iremos observar de perto neste percurso?

OS ANFÍBIOS DE SERRALVES
Orientação: Raquel Ribeiro
Horário: 16h00
O Parque de Serralves serve de habitat a 5 das 18 espécies portuguesas de anfíbios. Esta considerável diversidade em ambiente urbano servirá de mote a um percurso à descoberta destas espécies pelos diferentes habitats, essenciais à sua presença no Parque.

HABITATS DE SERRALVES
Orientação: Teresa Matos Fernandes
Horário: 17h00
A paisagem é composta por mosaicos de habitats. Nos 18 hectares do Parque de Serralves é possível observar diferentes tipos de habitats, que o tornam num espaço muito rico ao nível sensorial e ao nível da Biodiversidade aqui existente, sendo um elemento chave da estrutura ecológica da cidade do Porto.
Neste percurso venha conhecer a diversidade morfológica e ecológica do Parque!

ESTÁ NA HORA, VAMOS EMBORA
Leitura encenada do livro "Le lio net l’oiseau”, de Marianne Dubuc, com exploração musical da paisagem sonora do Parque de Serralves pelo grupo Musica à Lareira.
Parceria: Câmara Municipal de Torres Vedras (Fábrica das Histórias – Casa Jaime Umbelino) 
Local: Parque de Verdes

SÁB: 11h00; 12h00; 13h30; 15h00; 16h00
DOM: 11h00; 12h30; 14h00; 15h45; 16h45
Duração: 30 minutos
Público-alvo: público geral 

Há pássaros viajantes: o gavião que tendo perdido o g se transforma em avião e continua a voar, passando pela andorinha, sempre prontinha a perseguir o sol, pois não quer morrer de frio, ou pela tonta cegonha que um dia nos carregou e depois deixou cair no colo da nossa mãe, onde ficámos tão bem. Que mapas estão escondidos nas suas cabeças pequeninas? Mas se não podem voar, onde poderão ficar? Num buraco pequenino, que por ser muito pequeno se chama só buraquinho? Serve a juba do leão, que é o rei da bicharada e a tem farta e fofinha para lá poderem brincar? Bom, o melhor é perguntar!
Programação: Ana Meireles (Fábrica das Histórias – Casa Jaime Umbelino)
Execução: Ana Gonçalves, Vera Fortunato (Serviço Educativo da Biblioteca Municipal, do Município de Torres Vedras)
Música: Ruben Monteiro, Carla Costa (Musica à Lareira)

As 47 raças autóctones nacionais são o resultado de um processo milenar de elevado grau de adaptação a condições ambientais, por vezes extremas, que lhes permite uma utilização eficiente dos recursos disponíveis. Estas raças, parte integrante do património histórico e cultural do país, contribuem para a manutenção de sistemas de produção sustentáveis num perfeito enquadramento com o ecossistema. A sua associação a produtos tradicionais de qualidade traduz-se num potencial de valorização económica com um importante papel na fixação das populações nos meios rurais. 

ANIMAIS DA QUINTA
Orientação: Eliana Barbosa
SÁB e DOM: 11h00-12h30, 14h00-15h30 e 16h00-17h30
Local: Estábulos
As crianças normalmente questionam: como vivem os animais da Quinta? O que comem? Onde dormem? Têm sentimentos? O que nos podem dar?
Estas são algumas das respostas que esta atividade pretende fornecer aos mais pequenos. Propomos a toda a família que venha observar, conhecer os hábitos e as características dos animais, o seu dia-a-dia, aprendendo a zelar pelo seu bem-estar. 

A RAÇA MARINHOA
Orientação: EABL - Associação para o Desenvolvimento da Estação de Apoio à Bovinicultura Leiteira
SÁB e DOM: 10h00-13h00; 14h30-19h00
Local: Picadeiro
Com o objetivo de divulgar e promover a raça Marinhoa, convidamos o público a visitar o Picadeiro da Quinta de Serralves e contactar com alguns exemplares desta raça. Todos poderão aprender mais sobre as vantagens das raças autóctones relativamente às exóticas, bem como conhecer as suas especificidades. 
A Associação para o Desenvolvimento da Estação de Apoio à Bovinicultura Leiteira (EABL) foi criada em 1991 e tem como missão: disponibilizar serviços que visem o melhoramento e aumento da rendibilidade dos efetivos bovinos, particularmente dos de aptidão leiteira, designadamente através da introdução e divulgação de novas tecnologias, apoiando os produtores e assim contribuir para o desenvolvimento e a sustentabilidade do setor agropecuário nacional.

AULA DO BURRO DE MIRANDA
Orientação: AEPGA (ASSOCIAÇÃO PARA O ESTUDO E PROTEÇÃO DO GADO ASININO)
SÁB e DOM: 10h30, 11h30, 12h30; 14h30, 15h30, 16h30, 17h30
Local: Passeio da Levada
Duração: 30 minutos
Lotação: 16 participantes
Sensibilizar todo o público para a importância da conservação do Burro de Miranda, dando a conhecer o seu ciclo de vida e revalorizar a imagem desta raça autóctone ao nível nacional, são os objetivos desta atividade. O que come? Quanta água bebe? De que cuidados necessita para o seu bem-estar? Quais as suas características e os seus usos? Nesta aula singular vamos saber as respostas e fascinar-nos pela raça asinina de Miranda, atualmente ameaçada de extinção. 
A Associação para o Estudo e Proteção do Gado Asinino (AEPGA) é uma organização sem fins lucrativos, criada em 2001, que tem vindo a trabalhar para a preservação do Burro de Miranda, sua promoção e dignificação, não só enquanto património genético, mas também enquanto património cultural. Nesse sentido, além da proximidade que mantém com os criadores de forma a garantir o bem-estar de burros e mulas, tem vindo a organizar atividades que divulguem a riqueza cultural do solar deste animal – o Planalto Mirandês.

O CAVALO LUSITANO
Orientação: CENTRO HÍPICO DO PORTO E MATOSINHOS
SÁB e DOM: 10h00-13h00; 14h30-19h00
Local: Picadeiro
O cavalo Lusitano, de influência árabe e sorraia (raça portuguesa) é uma das raças portuguesas mais conceituadas e uma das mais antigas raças de sela do mundo, sendo montado há mais de 5000 anos. 
É um cavalo de temperamento dócil e voluntário, por um lado, e ardente e corajoso, por outro.
Nesta atividade o público poderá conhecer e contactar com este cavalo que apresenta uma aptidão natural para a alta-escola, uma vez que tem facilidade em pôr os membros posteriores debaixo da massa e projetar-se.
Dado o seu porte físico e caráter de colaboração, hoje em dia o cavalo Lusitano começa a ser reconhecido mundialmente noutras disciplinas, tais como Dressage e Obstáculos.

Local: Prado
Através da demonstração e experimentação, embarcamos numa viagem através das singularidades da Manufatura e de alguns ofícios tradicionais.
Contextualizando o conhecimento numa das fibras têxteis mais conhecida e usada – a Lã -, vamos aprender sobre os diversos processos de transformação que envolvem esta matéria-prima: desde a fiação, à tecelagem e feltragem, passando pelas técnicas de tinturaria.
Nos ateliers serão dadas a conhecer algumas técnicas associadas à Linogravura, azulejaria e gesso, e será exemplificado o trabalho permitido pelas fibras vegetais, como o buinho, o vime e o castanho.

SÁBADO

ATELIER DE BUINHO
Parceria: Câmara Municipal de Beja
Horário: 11h30-19h00
Entrelaçar o buinho na mais pura tradição alentejana é uma técnica que se vai perdendo com o tempo e são cada vez menos os homens e mulheres que a dominam. Certamente que muitos identificarão as cadeiras e bancos com fundo e costas em buinho, mas poucos conhecerão o seu método de fabrico, os gestos necessários para criar, com essa fibra vegetal, esses objetos que tanto invocam o imaginário de artes & ofícios do Alentejo. Guiados pelo Mestre Manuel Pica, o público pode experimentar as técnicas mais básicas e ficar a conhecer algumas das histórias que este ancestral ofício nos conta.

ATELIER DE CERÂMICA
Parceria: Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão
Orientação: Fundação Castro Alves 
Horário: 14h00-19h00
Com o objetivo de promover a arte cerâmica, através do processo da moldagem e pintura de uma peça cerâmica, neste atelier vamos explorar a cultura do barro, criando peças de expressão livre. Esta será uma experiência enriquecedora, onde a imaginação e a sensibilidade têm lugar, no sentido de concebermos e produzirmos formas e técnicas emergentes da nossa perceção criativa.

ATELIER DE PEÇAS EM GESSO, LINOGRAVURA, AZULEJARIA 
Parceria: Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão
Orientação: A Casa ao Lado 
Horário: 10h00-19h00
Neste atelier vamos contactar com algumas técnicas da Linogravura e de criação de azulejos originais. É uma oportunidade de realizar experiências de impressão e de desenho e pintura em azulejo e gesso, incluindo imagens de folhas, árvores despidas e ramagens, ou não fosse o outono o tema da Festa!

CESTARIA
Parceria: Câmara Municipal da Guarda
Horário: 10h00-18h00
cestaria
(nome feminino)
1. local onde se fazem ou vendem cestos
2. grande quantidade de cestos e cestas
3. indústria de cesteiro
Num sentido lato, a cestaria pode ser vista como um conjunto de objetos ou utensílios obtidos através de matéria-prima de origem vegetal que depois de devidamente tratada é habilmente moldada pelo artesão que lhes procura dar uma funcionalidade. Não só a infinidade de objetos, formatos e feitios, mas também a qualidade e utilidade deste tipo de artesanato têm justificado a sua preservação. O vime e o castanho são ainda hoje matéria de excelência para a produção desta arte que as nossas gentes souberam perpetuar ao longo dos séculos. A cestaria no Concelho da Guarda continua a ser uma atividade indispensável na economia da vida rural e doméstica da Beira Interior.

CICLO DA LÃ
Conceção e coordenação: Alexandra Contreiras, Dália Lourenço
Horário: 10h00-13h30
Ao tosquiar as ovelhas obtemos a lã e são os processos pelos quais a lã passa para ser transformada em fio, que vão ser a descoberta desta oficina. 
Vamos lavar, cardar e fiar para obter um lindo fio de lã, usando ferramentas próprias como cardas, fusos e rodas de fiar.

TINTURARIA NATURAL
Conceção e coordenação: Alexandra Contreiras, Dália Lourenço
Horário: 14h30-19h00
Dar cor aos tecidos é uma arte pouco conhecida. Vamos descobrir que muitas plantas que encontramos em parques, jardins, hortas e campos, podem dar cor aos tecidos e vivenciar o processo de preparar a lã e as plantas para tingir e obter fios coloridos.

TECELAGEM MANUAL
Conceção e coordenação: Alexandra Contreiras, Dália Lourenço
Horário:14h30-19h00
Entrelaçar fios para obter um tecido é uma arte ancestral.
Nesta atividade podermos descobrir os princípios básicos da tecelagem e experimentar tecer em tear manual com fios de lã e elementos da Natureza.

INTRODUÇÃO À FELTRAGEM
Conceção e coordenação: Alexandra Contreiras, Dália Lourenço
Horário: 14h30-19h00
A feltragem é o processo mais antigo de usar a lã. Moldando a lã apenas com água e sabão podemos obter tecidos fortes e impermeáveis. Vamos descobrir a feltragem e criar bolas, ovos e pulseiras com lã.

FIAÇÃO MANUAL
Conceção e coordenação: Alexandra Contreiras, Dália Lourenço
Horário: 14h30-19h00
Com a ajuda de fusos e da roda de fiar vamos transformar um conjunto de flocos de lã com fibras desordenadas num fio de fibras orientadas e presas por torção.


DOMINGO

ATELIER DE BUINHO
Parceria: Câmara Municipal de Beja
Horário: 10h00-13h00; 14h00-17h30
Entrelaçar o buinho na mais pura tradição alentejana é uma técnica que se vai perdendo com o tempo e são cada vez menos os homens e mulheres que a dominam. Certamente que muitos identificarão as cadeiras e bancos com fundo e costas em buinho, mas poucos conhecerão o seu método de fabrico, os gestos necessários para criar, com essa fibra vegetal, esses objetos que tanto invocam o imaginário de artes & ofícios do Alentejo. Guiados pelo Mestre Manuel Pica, o público pode experimentar as técnicas mais básicas e ficar a conhecer algumas das histórias que este ancestral ofício nos conta.

ATELIER DE PEÇAS EM GESSO, LINOGRAVURA, AZULEJARIA 
Parceria: Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão
Orientação: A Casa ao Lado 
Horário: 10h00-19h00
Neste atelier vamos contactar com algumas técnicas da Linogravura e de criação de azulejos originais. É uma oportunidade de realizar experiências de impressão e de desenho e pintura em azulejo e gesso, incluindo imagens de folhas, árvores despidas e ramagens, ou não fosse o outono o tema da Festa!

CICLO DA LÃ
Conceção e coordenação: Alexandra Contreiras, Dália Lourenço
Horário: 10h00-13h30
Ao tosquiar as ovelhas obtemos a lã e são os processos pelos quais a lã passa para ser transformada em fio, que vão ser a descoberta desta oficina. 
Vamos lavar, cardar e fiar para obter um lindo fio de lã, usando ferramentas próprias como cardas, fusos e rodas de fiar.

TINTURARIA NATURAL
Conceção e coordenação: Alexandra Contreiras, Dália Lourenço
Horário: 14h30-19h00
Dar cor aos tecidos é uma arte pouco conhecida. Vamos descobrir que muitas plantas que encontramos em parques, jardins, hortas e campos, podem dar cor aos tecidos e vivenciar o processo de preparar a lã e as plantas para tingir e obter fios coloridos.

TECELAGEM MANUAL
Conceção e coordenação: Alexandra Contreiras, Dália Lourenço
Horário:14h30-19h00
Entrelaçar fios para obter um tecido é uma arte ancestral. Nesta atividade podermos descobrir os princípios básicos da tecelagem e experimentar tecer em tear manual com fios de lã e elementos da Natureza.

INTRODUÇÃO À FELTRAGEM
Conceção e coordenação: Alexandra Contreiras, Dália Lourenço
Horário: 14h30-19h00
A feltragem é o processo mais antigo de usar a lã. Moldando a lã apenas com água e sabão podemos obter tecidos fortes e impermeáveis. Vamos descobrir a feltragem e criar bolas, ovos e pulseiras com lã.

FIAÇÃO MANUAL
Conceção e coordenação: Alexandra Contreiras, Dália Lourenço
Horário: 14h30-19h00
Com a ajuda de fusos e da roda de fiar vamos transformar um conjunto de flocos de lã com fibras desordenadas num fio de fibras orientadas e presas por torção.

MURAL COLETIVO 
Com Inês Peres e Teresa Adão da Fonseca
Local: Picadeiro 
SÁB e DOM: 10h00-12h00; 13h00-19h00
Aqui o público é convidado a participar, despertando o lado criativo que todos temos dentro de nós.
Inspirado no ambiente natural criado pelo próprio espaço, vamos fazer um grande mural orientado pelas artistas Ines Peres e Teresa TAF. 
Todos serão convidados a observar as formas orgânicas presentes nos troncos, folhas e árvores do jardim, e a transportar com as tintas, os pastéis, as canetas, e o stencil (carimbos) estas formas para o desenho em formato gigante, recriando um mundo encantado e colorido, inspirado nas cores do outono. Elementos orgânicos, encontrados no jardim, podem integrar o Mural.
Convidamos todos a observar a evolução da cocriação durante os dias da Festa do Outono, e que este espelhe o sentido criativo que nos caracteriza enquanto humanos.
Esperamos a vossa participação!

ROYAL BERMUDA
Local: Prado
SÁB: 14h00
Duração: 1 hora 
Duo de guitarra e guitarra. Royal Bermuda é a exótica Saudade. Música que bebe da tradição, mas também navega nos muitos mares que a rodeia: de Salvador da Bahia a Odessa, de Miranda do Douro a Mindelo. Fazem música simples, desde a balada mais profunda até à mais fogosa folia.

SOPA DE PEDRA
Local: Prado
SÁB: 18h00
Duração: 1 hora
Grupo vocal feminino dedicado ao canto a capella de canções de raiz tradicional. 
Habituadas desde pequenas a cantar, e, cada qual vinda do seu canto do Mundo, acabaram por se encontrar no Porto, em 2012, e criar este ninho onde partilham o gosto pela música tradicional portuguesa e pelas composições de cantautores portugueses que nela se inspiraram, como Zeca Afonso, José Mário Branco, João Loio e Amélia Muge, cujas canções integram atualmente o repertório do grupo.
O reportório do grupo inclui sobretudo música de tradição oral das várias regiões portuguesas, estendendo-se dos cânticos mirandeses de Trás-os-Montes às baladas açorianas, das cantigas de adufeiras da Beira Baixa ao Cante alentejano. Mas também há nele lugar para músicas tradicionais de outros países, como Espanha e Israel, ou para temas originais.
Tal como no conto popular da Sopa de Pedra, a criação musical começa com uma base simples - uma pedra, uma tradição, uma melodia, um cantar - a que, ao longo do tempo, se vão adicionando novas facetas e novas vozes até surgir uma harmonia viva que, de cada vez que se canta, ou de cada vez que se junta um amigo, se reinventa.

VICTOR HERRERO
Local: Prado
DOM: 11h45
Duração: 1 hora
O espanhol Victor Herrero descobriu a guitarra portuguesa num certo dia e nunca mais a quis largar. Ainda que não seja um instrumento da sua realidade musical nacional, abraçou o mesmo com a mesma paixão que por cá vemos todos os dias. Ainda que com uma abordagem bastante diferente, claro está. E tem-no feito em quase todos os projetos que foi criando ao longo dos últimos anos. Em 2017, Victor Herrero assina um disco inteiramente dedicado à guitarra portuguesa que soa melódico, visceral e urgente.

MOSTAFA ANWAR SWAPAN TRIO 
Local: Prado
DOM: 15h00
Duração: 1 hora
Nascido no Bangladesh, Mostafa Anwar Swapan com a sua Tanpura, Harmonium e Sitar é um versátil cantor, compositor, poeta, diretor musical, ator e cientista. 
Através da música concretiza os seus humildes esforços para alcançar a paz e harmonia universais, numa viagem musical espiritual que responde ao apelo da alma à transcendência. Inspirado pelo sistema milenar clássico indiano de base raga, Mostafa compõe e interpreta dentro da variedade de estilos da música sufi, clássica e semi-clássica, ou seja, Espirituais Qawwali, Ghazal, Thumri, Khayal, entre outros. Este trio conta com a participação de dois versáteis músicos nacionais, com trabalho desenvolvido em diversas áreas: Luís Vicente (trompete) e o multi instrumentista Marco Franco (bateria, percussões, piano, saxofone).
Um convite para uma viagem através do vasto oceano da música, repleto de turbulências e correntes emocionais. Respondendo à chamada do coração, a música torna-se num veículo que conduz à paz espiritual. 
Voz, Tanpura, Harmonium e Sitar: Mostafa Anwar Swapan
Trompete: Luís Vicente
Bateria, Percussões, Sax soprano: Marco Franco

DJUMBAI JAZZ
Local: Prado
DOM: 18h00
Duração: 1 hora
Maio Coopé fundou o seu Djumbai Jazz circa 1999, em Lisboa, como um projeto de pesquisa intencionado a revisitar os ritmos sonambulizados na história da Guiné-Bissau. 
Centrado em sonoridades tradicionais guineenses como o Ngumbé, Brocxa e Djambadon, o repertório da banda vai beber também a outras sonoridades da África Ocidental como o Bembeya Jazz ou o ritmo Toure Cunda.
Voz e percussão: Maio Coope
Kora: Galissa
Voz e percussão: Toni
Voz e guitarra ritmo: Sadjo

CANTE – UMA VIAGEM ATRAVÉS DO CANTE ALENTEJANO
Parceria: Câmara Municipal de Beja
Local: Prado
SÁB: 13h15 (atuação dos Cantadores do Desassossego); 15h15 (Atelier de Cante e Grupo Juvenil Coral Rouxinóis do Alentejo)
DOM: 10h45; 15h45 (Atelier de Cante)
Sou devedor à Terra, a Terra me está devendo. Assim canta uma das Modas mais conhecidas do cancioneiro alentejano. Em 2013 reconhecido pela UNESCO como Património Cultural Imaterial da Humanidade, é já longa a história desta expressão musical que identifica sobretudo o Baixo-Alentejo. No passado designado como Canto às Vozes, o Cante tem no coletivo a sua força maior, nos homens e mulheres que desde cedo cantavam a essa mesma Terra, terra que dá e tira, ao trabalho, aos amores ou sobre religião e o contexto social. 
Cantado em contextos de trabalho, em tabernas, festas populares, em coros formais ou informais, o Cante guarda e conta a história das gentes do Alentejo, permanecendo hoje como marca mais saliente da sua matriz cultural.
Neste atelier de Cante Alentejano propomos uma viagem pela história do Cante e um contacto próximo e experimental com as suas sonoridades. 
Guiado por Paulo Colaço, com o apoio dos Cantadores do Desassossego, os participantes terão a oportunidade de erguer a voz e viajar através das histórias que o cancioneiro do Alentejo nos conta e canta.

CONTOS E TROVÕES, REZAS E GALINÁCEOS
Teatro do Calafrio
Criação coletiva de Américo Rodrigues, César Prata e Solange Monteiro
Parceria: Câmara Municipal da Guarda
Local: Clareira da Presa
SÁB: 15h45
Duração: 1 hora
Porque não temos memória de galinha, saímos da casca e andamos por aí, a contar histórias antigas de galináceos: galos, galinhas, pintos… Convocamos galinhas e outras aves de capoeira (e até um canário e uma águia!), abrimos o bico para dizer adivinhas, anedotas e trava-línguas. E até rezamos para afastar trovoadas! Rezamos… com galos e galinhas, claro! Naturalmente, olhamos para trás! E, assim, chegamos ao ovo! Ou será à galinha?
Produção: Calafrio|Associação Cultural

MUITA TRALHA POUCA TRALHA
Catarina Requeijo
Local: Prado
DOM: 12h45; 16h30
Duração: 30 minutos
Público-alvo: crianças maiores de 6 anos
Escolher não é tarefa fácil. Escolher o que se leva em viagem também não. Há sempre alguma coisa que nos pode fazer falta... Quem nunca teve vontade de levar a casa toda?
Pouco habituado a viajar, o casal Odete e Alfredo decide ir ver a sua sobrinha Manela participar numa corrida de automóveis. Mas antes da viagem é preciso preparar a bagagem. É aqui que os problemas começam. Levam o quê? Pouca tralha? Muita tralha? Apenas o essencial? 
Estas decisões difíceis podem complicar o início da viagem. Só o início?... É o que vamos ver.
Direção artística: Catarina Requeijo
Texto original: Catarina Requeijo e Inês Barahona
Conceção plástica: Maria João Castelo
Interpretação: Catarina Requeijo
Assistência de encenação: Victor Yovani
Co-produção: Formiga Atómica Associação Cultural, Teatro Maria Matos

UMA BAILARINA ESPE(TA)CULAR
Companhia de Dança de Matosinhos 
Parceria: Câmara Municipal de Matosinhos
Local: Clareira da Presa

SÁB: 12h00
DOM: 16h00
Duração: 20 minutos

As Bailarinas foram crianças. Crescem para a dança obrigando o corpo e a cabeça a caberem dentro de um molde. O que é que se perde ou se alcança quando realiza um sonho de dança? Perguntando-se quem sonha a criança que dança, uma bailarina encontra, pela dança, a criança contando como foi sonhada.
Regina Guimarães
Direção: Manuel Tur
Texto: Regina Guimarães
Interpretação: Sara Silva
Objeto cénico: Moradavaga
Voz: Sara Pinto Pereira
Apoio à criação: Diana Amaral
Design de Luz: Joaquim Madaíl
Fotografía: Luís Tobias
Design Gráfico: Ângela Metelo
Apoios: Uma Bailarina Espe(ta)cular é uma coprodução da Câmara Municipal de Matosinhos e do Teatro Municipal Constantino Nery.

A FLORESTA
São as histórias escritas por crianças e que nos levam a olhar a natureza, as que têm mais valor. Foi através de uma dessas histórias que fomos conduzidos a criar " A Floresta” a partir do olhar da Natureza e da observação de como ela reclama a nossa atenção, criticando a atuação poluidora e premiando a ação cuidada e atenta. 
Os animais constroem uma festa feita com a natureza e os seus elementos naturais, depois de atravessarem tempos difíceis, homenageando a árvore como o elemento central da floresta.
Local: Clareira da Presa
SÁB: 11h00; 15h00
DOM: 11h00; 17h15
Duração: 40 minutos
Público-alvo: crianças maiores de 3 anos
A última árvore da floresta é uma visão aterradora, mas ao mesmo tempo uma forte chamada de atenção para a capacidade do Homem se relacionar com o ambiente natural que o envolve.
A rena, a raposa, o esquilo, o castor e o pássaro habitam a última árvore da floresta. Dentro dela o espírito apela à nossa capacidade de mudança.
Saber ouvir, sentir os animais e a Natureza, tornando-a parte de nós, poderá fazer a floresta crescer!
Texto: escrito por crianças de escolas primárias de Esposende
Encenação e adaptação do texto: Filipa Mesquita
Manipulação: Fábio Alves
Cenografia: enVide neFelibata
Marionetas: Marta Fernandes da Silva
Figurino: Patrícia Costa
Produção executiva: Clara Ribeiro
Coprodução: Boca de Cão; Centro de Educação Ambiental de Esposende

ENTREMUNDOS
ENTREMUNDOS trata-se da Nova Criação de 2017 da Companhia PIA, uma Performance deambulante de Marionetas de grande dimensão, inspirada nas culturas tradicionais dos Gigantes das Formas Animadas, que cruzando técnicas de construção e manipulação contemporâneas, convida a redescobrir e relembrar as perspectivas, formas e dimensões da visão de uma criança.
Local: Caminho da Presa
SÁB: 12h30; 17h00
DOM: 14h15
Duração: 45 minutos
Numa dimensão entre vivos e mortos, um espaço entre o purgatório e o limbo, propõe-se uma viagem pictórica inspirada num universo vicentino, que aborda a sociedade na forma como esta caminha e na sua inevitável morte, uma das grandes questões da humanidade.
Produção: Companhia PIA
Autoria, Direção Artística e Conceção Plástica: Pedro Leal
Direção de Produção e Audiovisuais: Helena Oliveira
Figurinos: Maria João Domingues, Olinda Cordas, Filomena Godinho
Formas Animadas/Gigantes: Pedro Leal
Sonoplastia: Álvaro Presumido
Performers: Helena Oliveira, Luís Amarelo, Nuno Dores, Catarina Mota, Rui, Tiago Augusto
APOIO: MAGJACOL e Cworld

Orientação: Mundo Científico - Educação e Divulgação Científica

SÁB e DOM: 11h00-19h00
Local: Jardim Maria Nordman
Adaptando a dinâmica de jogo tradicional a conceitos de Ambiente em que todos podem jogar, a diversão é garantida!

CANGURUS SALTITÕES
Gincana de sacos, simulando a locomoção dos cangurus. Adaptação do tradicional "Jogo de Sacos”.

CENTOPEIAS STRESSADAS
Como no esqui, será lançado o desafio coletivo para transportar uma barra (a simular uma centopeia gigante) ao longo de um percurso até à meta. Esta barra estará presa aos pés dos participantes pelo que, a coordenação entre todos será fundamental.

GOTA A GOTA
Numa corrida contra o tempo, os participantes tentam salvar as sementinhas que se encontram num solo desidratado. Transportando água em pequenas porções, desde um recipiente até à sementeira, vence quem mais rápido conseguir hidratar as pequenas sementes.

Conceção: equipa Serralves 360º, com a colaboração de investigadores do CIBIO-InBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos, Laboratório Associado). 
Serralves 360º é um projeto de parceria entre a Fundação de Serralves-CIBIO-InBIO-Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), para divulgação de ciência em Serralves.

SÁB e DOM: em contínuo, no horário de funcionamento da Festa
Local: Prado
Duração: 20 minutos
Lotação: limitada ao espaço disponível
Um jogo para pôr à prova conhecimentos, ao mesmo tempo que se explora os diversos habitats do Parque de Serralves: onde dormem os morcegos? Onde fica o maior pinheiro-manso? Onde se alimentam os gaios? E as bufas-de-lobo, onde aparecem? 

Diretora do Museu: Suzanne Cotter
Diretor de Recursos e Projetos Especiais: Rui Costa
Diretor Comercial, Desenvolvimento e Comunicação: Miguel Rangel
Diretora Administrativa e Financeira: Sofia Castro

PROGRAMAÇÃO
Serviço Educativo
Colaboração do Serviço de Artes Performativas e consultoria de Giacomo Scalisi

PRODUÇÃO
Lovers & Lollypops

PRODUÇÃO E MONTAGEM
Ana Rocha, Anabela Silva, António Rocha, Augusto Alves, Augusto Sousa, Carla Almeida, Carlota Carqueja, Helena Pinto, Hugo Viana, Júlio Fonseca, Luciana Pereira, Manuel Alves, Manuel Pinto, Paula Gouveia, Ricardo Bravo

PARCERIAS
Associação para o Desenvolvimento da Estação de Apoio à Bovinicultura Leiteira (EABL) Associação para o Estudo e Proteção do Gado Asinino (AEPGA)
Câmara Municipal de Beja
Câmara Municipal da Guarda
Câmara Municipal de Matosinhos
Câmara Municipal do Porto
Câmara Municipal de Torres Vedras 
Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão 
Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos, Laboratório Associado (CIBIO-InBIO)
Centro Hípico do Porto e Matosinhos
Noite Europeia dos Investigadores – Ciência à Moda do Norte (Organização: Inova+)


A Festa do Outono integra o programa das Jornadas Europeias do Património 2017, este ano subordinadas ao tema Património e Natureza.

De comboio
Promoção especial CP Festa do Outono 
Bilhete ida e volta nos Comboios Urbanos do Porto por 2€
(Bilhete especial, válido para viagens nos dias 23 e 24 de setembro, nos Comboios Urbanos do Porto, mediante apresentação de comprovativo. Solicite o comprovativo de presença em Serralves para apresentar na viagem de regresso)

De autocarro
Os STCP garantem um reforço especial da linha 203 (Casa da Música – Serralves) com frequências de 15 minutos entre as 13h30 e as 19h45.

De metro
A partir da estação da Casa da Música, ligação pelas linhas dos STCP nºs 201, 203, 502 e 504.




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