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FESTA DO OUTONO 2018
de 29 SET 2018 a 30 SET 2018
No ambiente único do Parque de Serralves, a Festa do Outono marca a chegada da nova estação e celebra a época das colheitas, o reavivar de antigas tradições e costumes, demonstra saberes e práticas ancestrais ligadas à tradição rural, revividos no contexto contemporâneo de Arte e Paisagem que é Serralves.

Este evento que acontece no último fim de semana de setembro tem vindo a conquistar cada vez mais visitantes, tendo em 2017 registado o número mais elevado das nove edições: 55.128.

No ano em que comemora a sua 10.ª Edição, a Festa do Outono renova o convite às Famílias para juntas participarem em atividades criativas e educativas: percursos de descoberta da fauna e da flora do Parque, processos de transformação de algumas fibras têxteis e da arte da cestaria, espetáculos de música, de dança, teatro e atividades de descoberta de alguns exemplares de animais de raças autóctones. Este vai ser um fim de semana em família, com momentos bem passados, com experiências inovadoras e muito divertimento à mistura!
  • LocalParque de Serralves
  • Horário10h00 - 19h00
  • Dias 29 SET 2018 - 30 SET 2018
B Fachada, Éme, Maria Reis, Moxila, Sallim e Lourenço Crespo
Super-banda da Música Popular Portuguesa estreada ao vivo na festa do 10º aniversário da Filho Único, no final de 2017, e que actuou este ano no Alkantara Festival. Celebraram selecções do repertório de cada um, e nos arranjos e interpretações inspiradas que se ouviram,  sobressaíram as harmonias vocais em estado de graça e as escolhas felizes nos instrumentos acústicos, entre as múltiplas bênçãos desta maravilhosa ode ao trabalho entre amigos. Não se sabe quantas mais aparições este sexteto roda de choro com alma de trio eléctrico nos vai presentear, por isso, a quem está no mesmo comprimento de onda, isto cuidem: este encontro já está marcado.

Fanfarra Káustika
Eletrizante, inovadora e extasiante a Káustika é uma banda de originais com influências nas mais diversas áreas da música que vão do clássico à eletrónica, da música tradicional ao jazz. Composta por músicos formados nas mais diversas áreas musicais, mas que têm em comum as raízes no meio filarmónico, a Káustika é um projeto que funde várias sonoridades e estilos de forma única e inovadora. A mistura de escolas, géneros e linguagens musicais culmina na criação de dois espetáculos, com dois estilos marcantes e distintivos: o Punk Filarmónico, um espectáculo itinerante concebido para a rua e o Transe Sinfónico, um espectáculo para salas e grandes palcos. O álbum Transe Sinfónico e o EP Punk Filarmónico compõem a discografia da banda que já dividiu o palco com artistas como Trilok Gurtu, Bezegol e Azeitonas. Em 2017, a Káustika editou em vídeo o espetáculo comemorativo dos dez anos, que ficou marcado pela apresentação dos três atos do Transe Sinfónico e onde adotou uma nova imagem mais arrojada e irreverente. Pisou já dos mais importantes palcos do país, como é o caso do Coliseu dos Recreios e Coliseu do Porto e atuou em vários festivais, como por exemplo o Boom Festival, Imaginarius, Andanças e Festival OITO24. Ao som do Punk Filarmónico até quem não dança, balança. No Transe Sinfónico independentemente do local do espetáculo o destino é sempre incerto, mas a viagem, essa, é garantida. 

Beautify Junkyards
Os Beautify Junkyards lançaram o seu terceiro álbum em através da editora de culto inglesa Ghostbox. O álbum, que teve edição em todos os formatos (LP, CD e digital) e distribuição mundial através da State 51, tem tido uma recepção muito calorosa por parte da imprensa especializada nacional e estrangeira e airplay em rádios portuguesas como a Antena 3, Radar e Vodafone FM e também estrangeiras, de onde destacam a BBC 2 e a KEXP. O disco foi considerado álbum da semana no importante site Bleep e tem sido muito elogiado por artistas como DJ Food ou o escritor Simon Reynolds. Este disco sucede aos também aclamados discos "Beautify Junkyards" (2013) e "The Beast Shouted Love" (2015).

Chalo Correia
Chalo Correia, cantor,compositor angolano, vive há 27 anos em Portugal. Lançou o seu primeiro Álbum o "Kudihohola" em 2015. Em 2016 o mesmo Álbum é nomeado para concorrer em duas categorias de melhor música popular e artista internet nos prémios da música angolana, Angola Awards Music. Nos seus temas a harmónica é a sua imagem de marca, e a sonoridade que consegue extrair desse instrumento, enquadra naturalmente nos estilos musicais da sua terra natal, como a Rebita, kilapanga,merengue,semba e muzongo,adaptando - os numa corrente universal e contemporânea. Lançou no ano passado o seu mais recente trabalho discográfico o "Akuá Musseque, que à semelhança do primeiro, também foi nomeado na edição 2018 Angola Music Awards em três categorias. Tem se apresentado em vários países da Europa, Africa e Brasil, tocando nos mais conceitudos festivais de world Music.

Palankalama
Os Palankalama são um quarteto do Porto que produz música instrumental com influências da música tradicional/folk de várias regiões do mundo. Em 2016 editaram o primeiro disco (homónimo) pela Banzé no qual se dedicaram à exploração de alguma música tradicional norte-americana como o blues, o bluegrass ou a música folclórica de carácter indígena do mesmo continente. O disco apresenta também influências da música latino-americana e uma busca constante de reinventar universos musicais como o de Mark Ribot ou Tom Waits. No novo álbum, lançado em Janeiro de 2018- Boca de Raia - o cavaquinho português aparece como elemento central da formação, trazendo consigo o enorme desafio de incorporar as suas características no contexto sonoro da banda.

Campânula (Apoio CM Guarda)
Com raízes na cidade da Guarda, os Campânula têm como ponto de partida para a sua música, as campainhas de bronze em tempos fabricadas de forma artesanal na aldeia de Maçainhas.  Fiéis à sua identidade, onde o ritmo, a energia e a improvisação têm lugar privilegiado, apresentam nesta edição do Serralves em Festa, o seu novo disco "Caixa de Moldar". À semelhança dos trabalhos anteriores – "Maçaínhas” (2001) e "Cumeada” (2011), o grupo continua a ter como inspiração, o pastor transumante, as Beiras e a Serra da Estrela, sendo o resultado final, uma música contemporânea, marcada pelas vivências e memórias de cada um dos seus elementos.  

Mar de Histórias
Era  uma  vez  um  Mar  de  Histórias,  tantas  que  contavam  o  Mundo inteiro  e  o  enchiam  com  personagens  fantásticas. "AHAB,  e  a  baleia  branca” são  apenas  duas  delas,  mas  os  livros  em  que  cabem  enchem-nos  de  significados,  fazem-nos  rir  e  chorar,  inquietam-nos  e  consolam-nos,  dão-nos  a  perceber  o  mundo. Queremos,  nesta  Festa  de  Outono,  que  Moby  Dick,  assim  se  chama  a  Baleia  Branca,  e  AHAB,  o  capitão  da  perna  de  pau,  continuem  a  multiplicar-se  pela  voz  e    pela  música,  reunindo  as  culturas,  as    épocas  e  as    gerações  que  essas  palavras  tocaram,  pelo  poder  e  pela    magia  da  Arte. Tipologia:  leitura  encenada  de  adaptação  da  técnica  de  teatro  de  papel  Kamishibai,  a  partir  do  livro  "Ahab  a  Baleia  Branca”, de  Manuel  Marsol,  com  acompanhamento  de  um  quinteto  de  sopros.  

CAVALO MARINHO
Local: Clareira da Presa
Cavalo marinho é uma canção que dança, que convida, puxa, suga todas as crianças para dentro de um Laguário, uma casa sem tecto. Ao contarem a sua origem flutuando entre o céu e o fundo do mar, as raparigas cavalo marinho vivem aventuras que nascem nas receitas que preparam no Laguário, a casa sem paredes por onde todos espreitam. Um saxofone faz girar num carrossel de emoções um Jardim de Algas, onde mais uma aventura acontece: uma das raparigas é enrolada por uma onda gigante que a faz atravessar uma Floresta de Búzios, levando as crianças aos telefones do mar. No meio de tudo isto, ela afunda-se, mas...é salva pelas mãos pequeninas. No conforto da água, submersos pela membrana de um ventre, todos vivemos o nascimento dos cavalinhos. Saboreiam-se receitas de algas marinhas, de terra da serra ou de areia da praia?  
HORTO - UMA FORMA QUE VEM DO TOQUE
Local:Celeiro
A conceção desta instalação tem como base estudos realizados sobre estufas, com foco específico numa situação, de seu nome Thigmomorphogenesis (nome científico): a dedicação na criação e tratamento das plantas por parte do homem - existe um número de pessoas que cuida das plantas (em estufas) de uma forma mais humana e menos maquinal, dedicando-lhes cuidados e carinho, com vista a uma melhoria da qualidade do cultivo. Está comprovado cientificamente que as plantas gostam deste tipo de tratamento em estufas, desencadeando o fenómeno designado por Thigmomorphogenesis.  Thigmomorphogenesis (no grego thigmo significa "toque", morpho significa "forma", e genesis significa "origem” = "uma forma que vem do toque”) é a resposta das plantas à sensação mecânica (toque), com consequente alteração dos respetivos padrões de crescimento. De acordo com estudos efetuados quando uma planta é exposta ao toque ou ao estímulo externo, ela cresce mais, aumenta o diâmetro do caule, aumenta a profundidade da raiz e engrossa as paredes celulares do seu xilema. As plantas respondem positivamente ao toque mecânico produzido dentro de uma estufa (substituto de uma natureza organizada), beneficiando o seu crescimento. Num meio ambiente natural, estes padrões de toque mecânico são identificados nos fenómenos naturais - no vento, na chuva, no toque dos animais que se roçam ao passar, ou mesmo ainda no vento produzido nas plantas que delimitam a estrada pelo próprio passar de um carro, começando a pouco e pouco essa responsabilidade a ser transferida para processos humanos, em vez de apenas naturais. Numa estufa, o homem pode representar intencionalmente, e não apenas por acaso, o papel de mãe natureza, considerando as plantas como seres vivos que são, fazendo com que as plantas se sintam cuidadas, acariciando-as com tiras de plástico finas ou com os dedos (humanos ou maquinais), falando com elas, instalando uma música ambiente no seu habitat (maioritariamente música clássica), etc... O fenómeno referido como Thigmomorphogenesis permite, assim, a produção de plantas mais saudáveis e um desenvolvimento mais próximo da sua própria natureza. Na instalação pretende-se desencadear uma relação entre os dois diferentes tipos de público presentes, que parta da troca de afetos entre o homem e a planta, que acima designamos como Thigmomorphogenesis. Ao público que entrará da forma convencional, sugere-se acarinhar o público que ocupa a área "natural”, tendo esses, no entanto, a liberdade de escolher a sua ação (acarinhar o "público-planta" ou não).
 
NASCER
FUGIR DO MEDO 
Local: Clareira da Presa
Dois Espantos passeiam-se pelo campo semântico da palavra nascer, vivendo sucessivas descobertas: a luz do sol; a árvore; o pássaro; uma amizade que desponta; um receio que surge; uma interrogação; uma busca por montes, vales, mares, desertos e cidades; um encontro e a certeza de que o aconchego de uma amizade é o melhor ovo para se nascer. "Antes de chegar aqui, estive numa caixa pequenina, ajustada a mim, onde quase não me conseguia mover. Fui gigante dentro dessa caixa. Era a minha caixa-mãe. Nasci. Estou agora do lado de fora da caixa, no espaço vazio, Tenho encontrado várias caixas-mãe por aí. Nalgumas encaixo-me, como no colo. Outras há que apenas observo. Outras acolho e manipulo eu mesmo. Outras há que me servem de vestidos e máscaras.”
Texto: Isabel Fernandes Pinto
Música: Joaquim Pavão
Interpretação: Isabel Fernandes Pinto e Sofia Lemos
 
OBJETOTECA POPULAR ITINERANTE 
TEATRO DO FERRO
Local: Passeio da Levada
"O que têm para contar um canivete suíço, uma reprodução da Guernica, uma música pop dos anos oitenta ou Moby Dick, a carrinha branca? 
A nossa Objetoteca Popular Itinerante vai andar por aí para nos falar sobre tudo isto e muito mais! Estes e outros objectos vão circular pelos espaços da cidade - feiras, praias e outros ajuntamentos populares. A Objetoteca Popular Itinerante é ela própria um objecto híbrido - é a partir do encontro amoroso entre uma biblioteca itinerante e uma carrinha da feira que se faz esta performance pública da enciclopédia popular dos objectos do quotidiano.'(TF)


NO RISCO DA SOMBRA EM 365 DIAS
COMÉDIAS DO MINHO
Local: Lagar
«Tic tac, Tic tac… Plinc, plonc… Pumf, pomf… Vu-uu-uu… Tic tac, Tic tac…
E recomeça outra vez! O quê? As diferentes estações do ano! Mas começamos por onde?
A Primavera chegou, o veado saltou. Os pássaros voltam e todos cantam.
No Verão o Sol dá paixão, e aquece o coração. O pirilampo ganha luz e tudo reluz! É tempo de festa!
No outono o Sol tem sono e o cervo é dono, as folhas ganham cores e despem as árvores.
Sol de inverno, tarde sai e cedo vai, nem no Inverno sem capa, nem no Verão sem cabeça. Chama o esquilo, para que o veado não adormeça!… Tic tac, Tic tac… e começa outra vez!
O ciclo da vida. As estações são sinónimo de transformação e de passagem, em cada início assistimos a um lugar encantado e descobrimos com um novo olhar o mundo que nos rodeia.»

Criação: Luís Vieira e Rute Ribeiro – A TARUMBA e a atriz Sílvia Barbosa
Cocriação: Rede de Colaboradores Locais
”Comédias do Minho” é um projeto cultural que começou em 2003, com a colaboração dos municípios de Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Valença e Vila Nova da Cerveira, destinado a criar uma companhia de teatro profissional.
A sua missão é dotar o vale do Minho de um projeto cultural próprio, adaptado à sua realidade socioeconómica e, portanto, com um enfoque especial no envolvimento das populações, a partir da construção de propostas de efetivo valor participativo e simbólico, para as comunidades a que se dirigem.

ARQUÉTIPO
RADAR 360 
Local: Espelho de água
Assim que se olharam, amaram-se;
assim que se amaram, suspiraram;
assim que suspiraram, perguntaram-se um ao outro o motivo;
assim que descobriram o motivo, procuraram o remédio.
Shakespeare
É uma performance deambulatória escrita para o espaço público, que convida o espectador a refletir sobre o amor na sociedade contemporânea.
O epicentro da narrativa é um mergulho subcutâneo em direção ao nosso EU primitivo. A linguagem artística do projeto situa-se entre a dança e a acrobacia contemporânea. A peça transporta para o gesto dramático e para as paisagens urbanas, imagens primordiais, símbolos que nos acompanham desde a nossa mais remota existência e que continuam a povoar até aos dias de hoje, o nosso inconsciente coletivo. De facto, ele não é o Romeu…e ela não é a Julieta, mas a performance propõe-se a ser à sua maneira, uma reescrita improvável de Shakespeare dançado!

António Oliveira é criador e intérprete multidisciplinar e concluiu a sua formação em Teatro de Rua (Curso de Especialização Artística em Teatro de Rua – ACE, Porto 2001 Capital Europeia da Cultura e FAIAR – Marselha); Dança (Frequentou o curso de Pesquisa e Criação Coreográfica do Fórum Dança; Contacto/Improvisação com Dieter Heitkamp e Kurt Koegel, Capoeira e Artes Marciais); Circo (Formação e pesquisa intensiva na área especifica do malabarismo e manipulação de objetos com Nikolaus Maria Holz, Gandini Juggling Project; na área do Palhaço e na dança aérea através de diferentes técnicas e professores: Armelle Devignon, João Paulo e Sofia Figueiredo); Ritmo/Percussão (estudo e pesquisa contínua nos domínios da percussão Oriental, Africana, Brasileira e tradicional Portuguesa). É membro fundador da RADAR 360º Associação Cultural.
O que é?
A Noite Europeia dos Investigadores é uma iniciativa promovida pela Comissão Europeia desde 2005, com o objetivo de celebrar a ciência e de a aproximar dos cidadãos. Enquadrada nas Ações Marie (Sk?odowska) Curie, a Noite Europeia dos Investigadores ocorre em simultâneo em mais de 30 países e 300 cidades por toda a Europa. 

ScienceWars – Porquê?
ScienceWars – May Science be with you! é mote e tema para uma divertida e emocionante batalha intergaláctica para um futuro mais sustentável com a ajuda da Ciência.

Neste evento vão ser abordadas temáticas de I&D essenciais para a sustentabilidade dos planetas – Health, Food, Energy, ICT e Environment – fazendo uma ligação com a saga StarWars e com o universo galáctico.

Ao longo deste evento, que vai decorrer no Palácio das Artes no dia 28 de setembro e na Fundação de Serralves nos dias 29 e 30 de setembro, os participantes vão ser encorajados não só a interagir com investigadores de diferentes áreas científicas, mas também a tornarem-se investigadores por um dia.

Ciência e diversão são os ingredientes principais de um conjunto diversificado de atividades que incluem experiências, workshops, concursos, networking, conferências, espetáculos, animação e muito mais.


Ser Amigo faz a diferença.
Junte-se a nós! 

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